Caixa de texto:   fastsite/full      -       Power  &  Anoint       -        1990   /   2019      -       SFS   winner

Sala de

ESTUDOS

...entre...

Selecionados

Riquíssimos

Núcleo  de  estudos 

Pré-Tribulacionistas

Perdi meu pai, perdi minha mãe e perdi minha irmãzinha

 

Leia este impressionante testemunho de um jovem de 15 anos

Arquivo em Word 4 páginas...

Clik aqui...

(procuro colaborador para

editar este folheto)

Blessed brothers. I spoke to the brothers about the struggle and persecution. Urged to take the site the videos yourself encouraged me to put on the site. Very well. It was necessary to take, as I advised, otherwise there would be reprisals if they can be said. I apologize, but soon put other edifying video. Stay in blessing. Soon I will be in these parts. In face to face. In blessing.

51 Artigos sobre o Pacto

São artigos riquíssimos em PDF para Mestres, Pastores seminaristas, estudiosos e os que  amam  as escrituras.

CLIK AQUI

Dicionário Geográfico de Lugares Bíblicos Pdf    Click aqui

 

Lugar seguro Riquíssimo estudo Click aqui

 

LUZ e SAL Estudo abençoado   Clik aqui

 

 

 UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DA HINÓDIA PROTESTANTE BRASILEIRA

Jacqueline Ziroldo Dolghie

(riquíssimo)

Click aqui

· Água  ou  coca ?

· Comida KOSHER

(alimentação judaica)

· Doce Limão

· GENGIBRE

· MEL

· Suco Verde

Raquel Emerick

click aqui

itau@prsilvio.com.br

E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona

Marcos 15.33

KOSHER

 

CLIK AQUI

Israel

Jerusalém

Muro das Lamentações

Ao vivo. Cick na imagem

Piano  JHoelzl   -   raridade.  p/colecionador  -  R$ 3.500,00

pastor@prsilvio.com.br

Troco por piano digital

Uma Visão Breve e Geral da Teologia do Pacto

no Cristianismo Primitivo

por

Ligon Duncan*

 

Em *.pdf  CLICK AQUI

 

O que é Teologia do Pacto?

por

Ligon Duncan*

 

Em *.pdf  CLICK AQUI

Mensagem aos JOVENS

-riquíssimo-

Click na imagem

COMPARTILHE

Missões

BRADESCO

Ag.2610

c/c 0001340-4

Retorno em livros

As Três Horas de Trevas

Sermão pregado no Domingo de 18 de Abril de 1886.

Por Charles Haddon Spurgeon.

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

“E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a terra,

até à hora nona. ” (Mateus 27:45).

Desde as nove da manhã até ao meio-dia, a luz do Sol iluminou com toda sua intensidade usual; de tal forma que os adversários de nosso Senhor tiveram tempo suficiente para contemplar e insultar Seus sofrimentos. Não poderia haver nenhum equivoco a respeito do fato de que Ele estava realmente cravado na cruz. Pois, Ele foi crucificado em plena luz do dia. Estamos plenamente convencidos que foi Jesus de Nazaré, já que tanto seus amigos como seus inimigos foram testemunhas oculares de Sua agonia: durante três longas horas os judeus estiveram sentados ali o contemplando na cruz, zombando de Suas misérias.

Dou graças por essas três horas de luz. Do contrário, os inimigos de nossa fé teriam questionado se verdadeiramente o corpo bendito de nosso Senhor foi cravado na cruz, e haveriam dado motivo a inumeráveis fantasias, tão abundantes como os morcegos e as corujas que rondam na escuridão. Onde estariam as testemunhas dessa solene cena se o sol estivesse oculto desde manhã até de noite? Posto que três horas de luz proporcionaram a oportunidade de que se verificasse e de que se pudesse dar testemunho do fato, vemos nisso a sabedoria que não permitiu que a luz se dissipará tão rapidamente.

 

Nunca percam de vista que esse milagre de fechar os olhos do dia, exatamente ao meio-dia, foi realizado por nosso Senhor em Sua debilidade. Ele havia caminhado sobre o mar, ressuscitado mortos, e sarado aos enfermos nos dias de Sua força; porem, agora, decaiu baixíssimo, tem febre, sem forças e sedento. Ele se movimenta nos limites da dissolução; no entanto, possui o poder de escurecer o sol exatamente ao meio-dia. Ele é ainda verdadeiro Deus de verdadeiro Deus.1

 

“Olhem, uma torrente púrpura derrama-se

Desde Suas mãos e de Sua cabeça,

A maré vermelha apaga o sol;

Seus gemidos despertam os mortos.”

 

Se Ele pode fazer isso em Sua debilidade, o que não poderá fazer em Seu poder? Não esqueçam que esse poder foi desdobrado em uma área na que Ele usualmente não manifestou Sua força. A área de Cristo é de bondade e benevolência, e conseguintemente, de luz. Quando Ele adentra nas áreas de convocar à escuridão ou de chamar à juízo, Ele ocupa-se daquilo que Ele nomeia Sua estranha obra. As obras de Sua mão esquerda são maravilhas de terror. Somente de vez em quando que Ele faz com que o sol se oculte ao meio-dia, ou escurece a terra em dia claro (Amós 8:9).

Se nosso Senhor pôde trazer a escuridão ao morrer, que glória não poderíamos esperar agora que Ele vive para ser luz da cidade de Deus para sempre? O Cordeiro é a luz, e que luz! Os céus mostram as pistas de Seu poder agonizante, e perdem seu brilho. Por acaso os novos céus e a nova terra não darão testemunho do poder do Senhor ressuscitado? As densas trevas que rodeiam ao Cristo moribundo são as vestes do Onipotente: Ele vive outra vez, e tem todo o poder em Suas mãos, e todo esse poder o empregará para abençoar Seus eleitos.

Que chamado deve ter sido para os despreocupados filhos dos homens, esse meio-dia convertido em meia-noite! Eles não sabiam que o Filho de Deus estava em meio deles; nem que Ele estava cumprindo a redenção humana. A hora mais grandiosa de toda a história humana dava a impressão que passaria sem que se a notasse, quando, subitamente, a noite saiu apressadamente de suas habitações e usurpou o dia. Todo mundo perguntou a seu companheiro: ―o que essa escuridão significa?‖ Os negócios foram paralisados: o arado ficou no meio do sulco e o machado não pode ser alçado. Era meio-dia, justo quando os homens encontram-se mais ocupados; porem, todos eles fizeram uma pausa geral. Não só no Calvário, mas também em todas as colinas, e em cada vale, as trevas baixaram. Houve um hiato na caravana da vida. Ninguém podia se mover exceto buscando seu caminho as apalpadas, tal como os cegos o fazem. O dono da casa pediu que a luz fosse acesa ao meio-dia, e o servente, tremendo, obedeceu essa ordem inusitada. Outras luzes também brilhavam, e Jerusalém era uma cidade submersa na noite, mas os homens não estavam em suas camas. Como a humanidade estava surpreendida! Em volta desse grandioso leito de morte conseguiu-se uma quietude apropriada. Não duvido que um gélido terror apoderou-se das massas das pessoas, e que os homens prudentes anteciparam coisas terríveis. Os que tinham permanecido ao redor da cruz, e se atreveram a insultar a majestade de Jesus, estavam paralisados de terror. Eles cessaram com sua obscenidade e deixaram de cruelmente se alegrarem.

 

Até mesmo os mais vis deles estavam atemorizados, ainda que não convencidos – os demais ―se golpeavam nos peitos.‖ Os que puderam, sem dúvida, foram tremulantes para suas casas trataram de se esconder, por medo dos terríveis juízos que, temiam, teriam que encarar.

Não me surpreende que existam tradições de coisas estranhas que foram ditas no silêncio dessas trevas. Esses sussurros do passado podem ou não ser verdadeiros; foram tema de controvérsia dos estudiosos, porem o esforço da disputa foi energia mal gasta. No entanto, não nos surpreenderia que alguém tenha dito, como afirmam alguns repórteres: ―Deus está sofrendo ou o mundo está perecendo.‖ Nem irei eliminar de minhas crenças a lenda poética que afirma que o piloto egípcio de um barco, navegando rio abaixo entre seus bancos cheios de juncos, escutou uma voz que saia da sussurrante flora, dizendo: ―O grandioso Pão morreu.‖ Em verdade, o Deus da natureza estava expirando, e coisas ainda mais ternas que os juncos da ribanceira tremeriam diante desse som.

 

Somos informados que essas trevas cobriram toda a terra; e Lucas diz: ―sobre toda a terra.‖ Essa parte de nosso globo na que correspondia à noite natural, não foi afetada; porem, para todos os homens que estavam despertos, e que se encontravam em seus trabalhos, era o aviso de um grandioso e solene evento. Era estranho além de toda experiência, e todos os homens se maravilharam; pois, quando a luz devia de ter tido maior brilho, todas as coisas foram escurecidas pelo espaço de três horas.

Deve existir um grande ensino nessas trevas; pois quando nos aproximamos da cruz, que é o centro da história, cada evento está repleto de significado. Luz saltará dessas trevas. Amo sentir a solenidade das três horas de sombras de morte, assentar-me ali e meditar, sem nenhuma companhia, exceto ao Augusto Sofredor, em cujo redor desceram as trevas. Irei apresentar quatro pontos, segundo o Espírito Santo me guie. Primeiro, inclinemos nossos espíritos na presença de um milagre que nos assombra; em segundo, consideremos essas trevas como um véu que esconde; em terceiro, como um símbolo que instrui; e em quarto lugar, como um demonstração de simpatia, que nos serve de advertência pelas profecias que implica.

 

I. Em primeiro lugar, contemplemos essas trevas como UM MILAGRE QUE NOS ASSOMBRA. Poderia parecer uma observação de rotina o fato de que essas trevas estavam completamente fora do curso natural das coisas

 

Desde que o mundo começou, nunca se ouviu que em pleno meio dia, houvera tido trevas sobre toda a terra. Isso estava completamente fora da ordem da natureza. Algumas pessoas negam os milagres; e se também negam a Deus, de pronto não irei me dirigir a elas. Mas seria muito estranho que alguém que cresse em Deus, duvidasse da possibilidade dos milagres. Parece-me que, aceitando a existência de Deus, os milagres devem ser esperados como uma declaração ocasional de Sua independência e de Sua vontade ativa. Ele pode estabelecer certas regras para Suas ações, e em Sua sabedoria apegar-se a elas; mas certamente deve reservar para Si mesmo a liberdade de apartar-se de Suas próprias leis, ou do contrário, em certa medida, haveria abandonado Sua Deidade pessoal, teria deificado a lei, colocando-a acima de Si mesmo.

Não acrescentaria em nada nossa ideia da glória de Sua Deidade, se pudesse nos assegurar que Ele se fez a Si mesmo o sujeito da regra, atando Suas mãos para não atuar jamais exceto de certa maneira específica. Da auto-existência e completa liberdade da vontade que entram em nossa mesma concepção de Deus, somos levados a esperar que algumas vezes Ele não deva se apegar aos métodos que segue como Sua regra geral. Isso levou à convicção universal que os milagres são uma prova da Deidade. As obras gerais da criação e da providência são as melhores provas segundo entendo: porem, o coração geral de nossa raça, por uma razão ou outra, olha os milagres como uma evidência mais segura; demonstrando dessa forma que de Deus se espera os milagres.

Ainda que o Senhor estabeleça em Sua ordem que haja dia e noite, Ele, nesse caso, com abundante razão interpõe três horas de noite no meio do dia. Observem a razão. O inusitado na natureza inferior é levado a harmonizar-se com o inusitado nos tratos do Senhor da natureza. Certamente esse milagre era sumamente congruente com esse milagre ainda maior que estava tendo lugar na morte de Cristo. Por acaso não estava o próprio Senhor apartando-se de todas as formas normais? Não estava fazendo isso que jamais havia feito desse o principio, e que jamais seria feito novamente? Que os homens morram é algo tão comum, que é considerado inevitável. Não nos surpreende o som dos sinos dobrando nos campanários em um funeral: familiarizamo-nos com a tumba.

Leia este sermão na íntegra:  19 páginas em pdf  -  cilck aqui

Apartamentos em Cabo Frio   Praia do forte 3 quartos

E Praia do Braga COBERTURA

Casa Contagem Bairro Lindéia  -  oportunidade

2 Casas Martins Soares  +  um ótimo terreno (três lotes)

Apartamento Contagem Bairro Santa Cruz (2)

Apartamento Contagem Bairro Novo Riacho transferência oportunidade